Tendência: jovens trocam redes sociais por aplicativos de mensagens

A falta de privacidade, quem diria, está incomodando bastante os jovens na internet. Um estudo divulgado recentemente aponta que, buscando principalmente fugir dos olhos atentos dos pais (cada vez mais conectados), os adolescentes estão menos interessados em sites como Facebook, Twitter, Google+ (alguém algum dia já se interessou por ele?) e Flickr.

De acordo com o estudo, em 2012, 32,5% dos 5 mil jovens entrevistados consideravam o Facebook a principal rede social disponível. Em 2013, esse número caiu para cerca de 22,5%. O mesmo fenômeno negativo afetou também – embora em menor escala – YouTube, Twitter, Google+ e Flickr.

Mas não se engane pensando que esses jovens simplesmente desligaram seus computadores, tablets e smartphones e foram viver a vida lá fora. O que está acontecendo é um processo migratório.

Com o crescimento do número de smartphones com acesso à internet, serviços como WhatsApp, Viber e Kakao Talk, que estão em expansão no Brasil e no mundo, estão conquistando esse público que está fugindo das redes sociais.

Uma matéria veiculada segunda-feira (22/4) no Estadão tratou sobre do assunto falando, inclusive, sobre o iminente fim das mensagens de texto (SMS), devido a popularização dos apps de troca de mensagens como o WhatsApp, que hoje fazem sozinhos – e na maior parte das vezes de graça – o que antes era exclusividade das operadoras de celular e das redes sociais. Basta ter conexão com a internet no telefone para trocar mensagens com os amigos, compartilhar fotos, vídeos, textos e até fazer ligações.

“À medida que esses aplicativos se tornam plataformas mais completas, começam a roubar usuários também do Facebook”, cita a matéria.

No Brasil, onde o acesso à banda larga móvel é restrito e o mercado de smartphones está em estágio inicial, o uso desses apps ainda não é tão disseminado entre usuários de celular. Dos 59,5 milhões de aparelhos vendidos em 2012, 16 milhões (27%) eram smartphones.

Mas de acordo com um relatório da Ovum, o uso de SMS cai 40% quando uma pessoa compra um smartphone. “As mensagens sociais não são uma tendência de curto prazo, mas uma mudança no padrão de comunicação”, diz o estudo.

(clique na imagem para ampliar) 

É claro que muitos dos usuários dos novos apps continuam no Facebook, o que indica que a gigante da mídia social não corre grande risco de perder mercado – pelo menos não no momento. Mas é bom lembrar que esse é um fenômeno que está acontecendo principalmente entre jovens. E o futuro a eles pertence.

Enquanto as redes sociais estabelecidas correm para incorporar recursos de mensagem, os apps mais novos procuram criar plataformas de rede que permitam incorporar diversos recursos e habilitar inovações por desenvolvedores externos. E é isso que pode representar o triunfo do WhatsApp sobre o Facebook. É melhor começar a agir logo, Zuckerberg.

 

#Infográfico sobre uso de smartphones: Facebook é visualizado 14 vezes ao dia

O mais recente estudo realizado pela International Data Corporation (IDC) comprova o que o que muita gente já imaginava: os smartphones tornaram-se artigos absolutamente indispensáveis na vida dos seus donos.

Analisando mais de 7.400 usuários de smartphones entre os 18 e 44 anos, a pesquisa revela que 79% deles olham o dispositivo até 15 minutos depois de acordar. Uma surpreendente maioria – 62% – nem espera esses 15 minutos e já acorda com a mão no smartphone. Esses números que ficam ainda maiores, 89% e 74% respectivamente, se a faixa etária for mais jovem, dos 18 aos 24 anos.

Realizado em parceria com o Facebook, o estudo revelou ainda que o período da noite é o ‘horário nobre’, com maior número de acessos. Outro dado interessante é que, em média, os proprietários de smartphones conferem as atualizações da rede 13,8 vezes ao dia, por cerca de 2,5 minutos. O Business Insider condensou alguns desses dados em um gráfico que mostra a interação com o smartphone de acordo com o uso desejado – e nós traduzimos. Confira abaixo:

*Com informações do Blue Bus

A arte de escrever ótimas atualizações de status no Facebook

Se você não está compartilhando seu conteúdo no Facebook, está desperdiçando a oportunidade de atingir milhões e milhões de usuários. Mas se você já conhece o potencial da rede do Mark Zuckerberg e quer tirar o máximo de proveito dela, preste atenção: o segredo para se destacar no mar de concorrência está nas suas atualizações de status. Por isso separamos algumas dicas que vão te ajudar a produzir status melhores e mais eficazes:

1. Seja breve e direto ao ponto

Conforme-se: as pessoas não querem ler textos longos nas atualizações de status.

Conforme ilustrado no gráfico acima, as pessoas preferem atualizações com cerca de 225 caracteres do que aquelas que são longas (ou curtas) demais. Um dos principais motivos para a aversão de pessoas a textos longos é que cerca de 33% das visualizações são feitas a partir de dispositivos móveis – e as telas pequenas dificultam a leitura de postagens mais longas. Portanto, se sua mensagem realmente precisar de muito espaço, considere a possibilidade de dividir seu post em vários.

Você também deve evitar criar posts muito curtos – a menos que a eles realmente consigam transmitir mensagens brilhantes. Todos nós sabemos que não é fácil comprimir uma ótima ideia em pouquíssimos caracteres, por isso é preferível usar uma pouco mais de espaço para transmitir sua mensagem com clareza.

2. Não esqueça a “face” no Facebook

Um dos itens que parece fugir da mente de muita gente é que o Facebook foi criado para que as pessoas pudessem manter contato com amigos e família, especialmente aqueles que estão longe.

Sendo assim, que tipo de atualização você acha que esses amigos e parentes querem ver? Em uma pesquisa com quase 1300 usuários, veja o que ganhou destaque:

- Sua vida: Seus amigos e fãs são as pessoas que seguem você, que querem saber mais coisas sobre sua vida ou o seu produto. Eles basicamente querem te ver e visualizar as suas experiências pessoais. Nunca esqueça isso.

- Conselhos: Pessoas querem sempre aprender, então quanto mais conselhos você der, melhor.

- Experiências: O que você está fazendo, para onde você sai? Pessoas gostam de ver check-ins e fotos dos lugares que você frequenta ou visita.

- Entretenimento: Quem não gosta de umas boas risadas? Se você tiver uma história engraçada, uma piada ou qualquer coisa que possa divertir as pessoas, o Facebook é o lugar para contar isso.

- Notícias: Se existe algum assunto bombando no mundo real, sinta-se à vontade para compartilhar. Política, esportes, cinema, vale tudo – desde que o bom gosto não seja esquecido.

Para reforçar esses dados, 682 atualizações de status foram analisadas pelo pessoal do QuickSprout. O resultado? Posts com informações sobre a vida pessoal tinham 247% mais comentários que aqueles que se referiam a assuntos aleatórios.

A importância disso tudo está no Edgerank, o algoritmo utilizado pelo Facebook (bem semelhante ao usado pelo Google) que analisa a velocidade que os updates conseguem novas curtidas, compartilhamentos e comentários: quanto maior esse número, mais pessoas serão expostas ao seu status.

Embora pareça simples, o Edgerank é bem complexo. Por exemplo, comentários têm mais peso que curtidas (ele considera que é mais fácil clicar em um botão que expressar sua opinião). E não para por aí: se membros da sua família curtirem ou comentarem seu status, essa ação vai pesar mais que se fosse um conhecido qualquer.

Então o seu objetivo é criar posts que gerem compartilhamentos, curtidas e comentários.

3. Onde está o valor?

Conforme mencionado anteriormente, pessoas que são suas amigas ou fãs querem saber mais sobre você. Mas não se atenha a isso. Quanto mais valor puder ser agregado ao conteúdo compartilhado, melhor para você.

Quando aqueles 682 status foram analisados, foi possível perceber que posts contendo conselhos ou ensinando coisas novas têm, em média, 522% mais compartilhamentos que status ‘normais’. Mais uma vez isso é importante porque o Facebook coloca um valor nos compartilhamentos maior que o das curtidas (é o Edgerank novamente).

Aqui estão alguns exemplos de updates que geram valor:

- Compartilhe conteúdo: Links para matérias interessantes que você achou na internet, por exemplo.

- Frases e citações: As pessoas adoram frases e citações. Experimente, o sucesso é certo.

- Dados e estatísticas: Principalmente se elas puderem ser ilustradas em um formato visual (infográficos).

4. As pessoas esquecem de curtir posts que contém links

Uma forma eficiente de dirigir tráfego para o seu site é compartilhar o conteúdo do seu blog no Facebook. Tudo que você tem que fazer é pegar a URL do seu último post e colar na caixa de status.

O que você vai perceber, no entanto, é que status que contém links geralmente têm menos likes, compartilhamentos e comentários comparados com outros tipos de posts. Isso não acontece porque as pessoas não gostaram do seu conteúdo, mas porque elas clicaram no link e foram para o seu site – e uma vez que isso foi feito, as pessoas esquecem de voltar para o Facebook e curtir ou compartilhar aquilo.

Uma das formas de combater isso é adicionar o botão de “curtir” do Facebook aos posts do seu blog. Dessa forma, sempre que alguém terminar de ler seu conteúdo ela poderá curtir ou compartilhar sem ter trabalho extra.

Uma outra estratégia para alavancar o seu Edgerank é substituir o sistema de comentários do seu blog pelo do Facebook. Assim, quando alguém deixar um comentário, ele vai estar sincronizado com o seu status, aumentando o número de comentários por update. Já falamos aqui: comentários têm mais valor que curtidas, então invista neles.

Para maximizar seus números, o ideal é certificar-se de que 2/3 dos seus posts não contém links. Reveze frases, histórias pessais, fotos, e outros itens que podem ajudar a aumentar o seu Edgerank. Se você postar apenas links repetidamente, poucas pessoas verão suas atualizações de status (uma vez que posts com links recebem menos afeto).

5. Timing é tudo

Se você posta conteúdo em um horário em que nenhum dos seus amigos ou fãs está online, essa atualização não será vista nem apreciada. Então trate de pesquisar e conhecer sua audiência para escolher melhor a hora de postar novo conteúdo.

Outra dica importante: se você posta com muita frequência na sua página, as pessoas vão ficar cansadas e pararão de ler. Use o Facebook com moderação.

*Com informações do QuickSprout

Facebook estaria trabalhando para incorporar hashtags

O Facebook estaria trabalhando para incorporar hashtags – uma das “marcas registradas” do Twitter – ao seu serviço. Não há informações ainda sobre quando a ferramenta seria implementada nem quão avançados estão os trabalhos.

No Twitter, a hashtag (a palavra ou frase precedida pelo símbolo #) é uma forma de organizar assuntos e coletar mensagens sobre um determinado assunto ou evento, como a eleição do Papa (#PapaFrancisco). Apesar de a ser hashtag intimamente ligada ao Twitter, há muito tempo os fãs do serviço levaram o recurso para outras plataformas online e até off-line.

Incorporando hashtags, o Facebook tornaria possível indexar posts e comentários rapidamente, de forma que as conversas se concentrassem em torno de um determinado assunto, como acontece no Twitter. Isso daria aos usuários mais motivos para permanecer logados e, consequentemente, expostos a mais publicidade. O Instagram, que foi adquirido pelo Twitter no ano passado, já usa hashtags. Parece que chegou a hora do Facebook aderir também. #natorcida

#Infográfico: O alcance do Facebook em São Paulo e no Rio de Janeiro

A maior rede social do mundo também reina absoluta no Brasil. Analisando os dados de penetração do Facebook nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, é possível traçar um perfil dos usuários e perceber diferenças significativas entre as duas localidades.

Foi isso que a agência Teaser Propaganda fez: cruzando dados do ano passado oferecidos pelo Censo e pelo Facebook, a Teaser criou infográficos que oferecem insights bastante interessantes sobre os estados e sua participação na rede social.

 

Entre os dados expostos, podemos destacar que:

- O Rio de Janeiro é a capital brasileira com maior penetração do Facebook(75%), enquanto São Paulo ocupa o 3º lugar entre as capitais (70%);

- Sorocaba (SP) e Cabo Frio (RJ) são as duas cidades que, proporcionalmente à sua população, mais usam o Facebook nos estados estudados;

- Tanto na capital paulista (53%) quanto na fluminense (52%) as mulheres são mais numerosas no site do que os homens;

Os relatórios com os dados completos sobre São Paulo e Rio de Janeiro no Facebook podem ser encontrados aqui (SP) e aqui (RJ). Mas o que queremos saber é: algum dos dados do levantamento te surpreendeu? Deixe o seu comentário.

Fonte: Scup

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