Cresce o uso da internet como fonte de pesquisa sobre candidatos políticos
“Meio de comunicação democrático e orgânico, que permite saber mais dos candidatos, de modo menos enviesado quando comparado ao rádio e à televisão”. Essa é a forma como Ginny Hunt, líder da equipe de Políticas e Eleições do Google, define a internet sob o ponto de vista político. E, para ela, essa característica da web não fica restrita ao período de eleições, “já que a democracia acontece todos os dias”. É natural, porém, que em anos como este — quando ocorrem pleitos no Brasil e em países como França e Estados Unidos — a rede de computadores se torne ainda mais importante na mediação do relacionamento entre políticos e eleitores.
De acordo com dados colhidos pelo Google, em anos eleitorais, os internautas se tornam investigadores antes do processo de votação e costumam recorrer, em média, a um total que varia entre 14 e 20 fontes on-line para embasar suas escolhas.
A tendência de os cidadãos se conectarem cada vez mais com os governos é crescente, asseguram os especialistas. Isso se deve, principalmente, à possibilidade de diálogo entre as duas partes: quem tem direito ao voto e quem precisa dele para chegar ao poder. “As pessoas vão atrás dos assuntos que lhes interessam. Querem saber quanto os políticos se importam com temas específicos e, inclusive, os questionam sobre esses assuntos”, comenta Hunt. Para isso, a interação é essencial, motivo pelo qual a presença de candidatos nas redes sociais é crescente. Continue lendo →




