Campanha de Proteção ao Pedestre ganha um Effie

Campanha de Proteção ao Pedestre, criada com o intuito de diminuir o número de acidentes envolvendo pedestres no trânsito de São Paulo e iniciada no segundo semestre de 2011, acaba de ganhar o reconhecimento de um prêmio internacional de comunicação. Desenvolvida em uma parceria entre agência nova/sb e A2 Comunicação, a campanha contou com vídeos para a TV e spots de rádio, além de um trabalho intenso de amplificação na internet. A A2 Comunicação foi responsável pela presença digital da campanha, incluindo o blog e todo o projeto de redes sociais, com monitoramento e produção de conteúdo para os perfis do Homem-Faixa.

Criado há mais de 40 anos e presente em 39 países, o Effie Awards é uma premiação que consagra as grandes ideias que dão origem a estratégias de marketing e comunicação que alcançam resultados reais e tangíveis. A Campanha de Proteção ao Pedestre foi a grande vencedora em 2012 na categoria “Sem Fins Lucrativos”.

O Effie Awards valoriza a relação cliente-agência e o trabalho conjunto do criativo e do profissional de marketing na busca pela comunicação efetiva, ou seja, aquela que realmente funciona. A cerimônia de entrega do prêmio aqui no Brasil acontece no dia 29 de outubro.

Candidatos à prefeitura de São Paulo participarão de debate no YouTube

Muito se fala sobre a importância da internet nas eleições municipais de 2012 aqui no Brasil. Seja por meio do monitoramento e interação nas redes sociais, da consolidação dos canais de comunicação oficiais dos próprios aspirantes a prefeito ou vereador, ou até mesmo nos debates online, pessoas de todo o país poderão ter acesso aos candidatos de uma forma nunca antes vista.

Na maior cidade do país, por exemplo, o YouTube será palco de um debate entre os candidatos à prefeitura. Realizado em parceira com a TV Cultura e com o jornal O Estado de S. Paulo, o debate acontecerá no dia 17 de setembro, a partir das 22 horas, e ficará disponível na homepage do YouTube para ser assistido ao vivo.

Já assinaram o compromisso de participar os representantes dos partidos PSDB, PT, PC do B, PDT, PMDB, PPS, PRB, PRTB, PSOL e PTB, os principais postulantes à prefeitura de São Paulo. Testado há algum tempo nos Estados Unidos, onde até o presidente Barack Obama já foi sabatinado pelo público, o modelo permite que os candidatos façam perguntas entre si e que os eleitores enviem perguntas em vídeo, que serão respondidas ao vivo.

Além do YouTube e da TV Cultura, o estadão.com.br e a rádio Estadão ESPN também transmitirão o debate. Uma oportunidade única de participar ativamente de um dos maiores atos democráticos do nosso país e fazer parte da revolução que a internet provocará no processo eleitoral deste ano.

Cresce o uso da internet como fonte de pesquisa sobre candidatos políticos

“Meio de comunicação democrático e orgânico, que permite saber mais dos candidatos, de modo menos enviesado quando comparado ao rádio e à televisão”. Essa é a forma como Ginny Hunt, líder da equipe de Políticas e Eleições do Google, define a internet sob o ponto de vista político. E, para ela, essa característica da web não fica restrita ao período de eleições, “já que a democracia acontece todos os dias”. É natural, porém, que em anos como este — quando ocorrem pleitos no Brasil e em países como França e Estados Unidos — a rede de computadores se torne ainda mais importante na mediação do relacionamento entre políticos e eleitores.

De acordo com dados colhidos pelo Google, em anos eleitorais, os internautas se tornam investigadores antes do processo de votação e costumam recorrer, em média, a um total que varia entre 14 e 20 fontes on-line para embasar suas escolhas.

A tendência de os cidadãos se conectarem cada vez mais com os governos é crescente, asseguram os especialistas. Isso se deve, principalmente, à possibilidade de diálogo entre as duas partes: quem tem direito ao voto e quem precisa dele para chegar ao poder. “As pessoas vão atrás dos assuntos que lhes interessam. Querem saber quanto os políticos se importam com temas específicos e, inclusive, os questionam sobre esses assuntos”, comenta Hunt. Para isso, a interação é essencial, motivo pelo qual a presença de candidatos nas redes sociais é crescente. Continue lendo →

Estudo afirma que redes sociais podem prever eleições. Será?

Olhar Digital

Será que é possível prever o resultado de eleições coletando dados relacionados aos candidatos em redes sociais? Segundo um estudo feito pelo Nielsen/McKinsey, a resposta pode ser “sim”.

O instituto de pesquisas coletou dados de quatro eleições estadunidenses realizadas em 2010, entre elas duas para senadores (Califórnia e Flórida) e duas para governador (Ohio e Maryland). Em três delas, o candidato que ganhou as eleições era o mais comentado nas redes sociais, segundo o Mashable.

Ou seja, a probabilidade do resultado se confirmar com base nos comentários das redes sociais é grande, mas não é uma certeza. O estudo também mostrou que as redes sociais não são uma ferramenta perfeita para se prever uma eleição.

Democratas e republicanos dividiram as opiniões das pessoas nas redes sociais, com 50% para cada lado. O estudo também mostrou que há um aumento no número de comentários no dia da eleição, mas uma grande calmaria na semana que antecede os votos.

TSE proíbe propaganda antecipada no Twitter

Um dos assuntos mais debatidos neste período de pré-campanha eleitoral, o uso livre das redes sociais para fins de políticos, entrou em pauta novamente nesta quinta-feira (15), quando uma decisão polêmica do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a propaganda eleitoral antecipada de partidos políticos e candidatos no Twitter.

Por quatro votos a três, os ministos do TSE definiram que a rede social é um local de propaganda eleitoral efetiva, onde prevalecem as regras válidas para outros meios de comunicação, como o rádio e a televisão. Sendo assim, o Twitter só está liberado para propaganda político-partidária a partir do dia 6 de julho. A multa prevista para o candidato que fizer propaganda antecipada varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil.

Eleitores podem se manifestar livremente

É importante salientar que o veto à propaganda antecipada no Twitter vale somente para os candidatos, partidos e pessoas envolvidas na campanha. Se o eleitor comum simpatizar com algum candidato ou partido e quiser se manifestar na rede, ele pode fazê-lo da forma que quiser.

E as demais redes socias?

Outro ponto que merece destaque é que a decisão só se aplica ao Twitter. Redes como Facebook e Google+ continuam sem nenhuma legislação no que diz respeito à propaganda eleitoral antecipada e, portanto, devem ser bastante visadas pelos candidatos.

O Jornal da Globo abordou o assunto nesta quinta-feira.

Enquanto isso, nos Estados Unidos:

O escritório mundial do Twitter já anunciou, segundo a Exame.com, que a rede será palco de tweets políticos pagos nas eleições de 2012. O mecanismo vai funcionar como uma espécie de horário político obrigatório na internet, automaticamente dentro dos perfis pessoais.

O microblog anunciou a mudança como parte da preparação para as eleições presidenciais norte-americanas de 2012. O primeiro anunciante confirmado é o pré-candidato republicano Mitt Romney, opositor de Barack Obama.

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